Enquanto uns se entretêm a procurar uma forma de entrar no meu baú mágico, outros tantos continuam a preferir jogar com as palavras.
Era uma vez um anjo imaculado, desprovido de maldade, inocente, de sorriso tão doce que nos aquecia a alma e deleitava o paladar dos olhos, que certo dia, cansado de viver no pedestal, desceu à "cidade dos homens".
(continua)
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